A minha história no CITI começa através da Rafa Aguiar, embriologista. Eu a conheci num curso que eu fiz de pós-graduação, ela me deu aula e ali já gostei muito dela, percebi que ela é uma pessoa muito transparente, muito sincera no que ela faz e tive oportunidade também de passar um dia no laboratório, com ela e com a equipe, ver como é a rotina. Isso foi muito legal, porque me deu segurança também de conhecer o local que eu estava escolhendo.
Quando eu decidi fazer a FIV, eu relutei algum tempo porque sabia que poderia ser difícil, é um processo que envolve muitas questões físicas, psicológicas e financeiras. E nem sempre o resultado é positivo numa primeira tentativa, porque podem ter intercorrências. Então, eu sempre fui adiando esse plano da maternidade.
Em um momento, a maternidade não era prioridade naminha vida, então eu deixei de lutar por isso. Até que a idade chegou e percebi que era a hora de lutar: ou vai ser agora, ou não vai ser mais. Ou eu tento, ou não vou ter nem chance de tentar depois. Então, foi isso que me fez tomar a decisão de buscar a clínica, eu já tinha feito 37 anos e sabia que, se eu quisesse tentar a maternidade, era a hora. Mais tarde ia ficar ainda mais difícil.
Nesse momento eu procurei a Rafa, perguntei o que ela achava, se ela podia me ajudar e me indicar uma médica no CITI. Ela foi super solícita, sempre muito prestativa comigo, me deu muita atenção e falou que a Dra Amanda poderia me ajudar bastante, que confiava nela e que era uma médica e pessoa muito querida.
Marquei uma primeira consulta com a Dra Amanda. A Rafa também sempre me mandava mensagem, me acompanhava em todas as etapas. Sabia como que estava, como tinha sido a consulta. E a Dra Amanda também sempre muito carinhosa, muito delicada, muito gentil em todas as etapas do processo, comigo e com meu marido.
Iniciamos o tratamento e tivemos um ótimo processo, foi muito leve, muito tranquilo. Não sofri uma pressão psicológica, não tive um desgaste físico, fizemos tudo no nosso tempo, conforme a gente conseguia fazer, conforme a gente estava preparado para seguir. A Dra Amanda ia dando as coordenadas e a gente ia seguindo.
Um fator que eu acho bem importante em todas as etapas é a paciente também colaborar com o tratamento, saber que precisa fazer as medicações, ter os cuidados que a médica orienta. Tudo tem dia, tem hora marcada, mas tem um porquê. Então, a gente tem que também colaborar com a nossa parte para que tudo dê certo.
A gente foi super disciplinado com tudo que a Dra Amanda orientava. A gente fazia super direitinho e o resultado foi ótimo. Tivemos uma coleta muito boa de óvulos. Considerando a minha idade, eu já estava com 38 quando coletei os óvulos. Também tivemos um índice alto de fertilização. O meu marido fez a coleta lá no CITI, fecundamos no dia os óvulos e tivemos um índice muito bom de fertilização dos óvulos. O desenvolvimento dos embriões foi muito bom também. Tudo foi muito bom, muito tranquilo.
Nesse momento conversamos com a Dra Amanda para saber se eu poderia tentar transferir dois embriões. E essa era uma ideia minha e do meu marido, justamente pelo fato que a gente sabe que, muitas vezes, a FIV não dá certo de primeira. Então, a gente queria aumentar a probabilidade, aumentar as chances de pelo menos ter um. A Dra Amanda falou que estava tudo bem com a minha saúde para uma gestação caso fosse gemelar. Então nós transferimos dois embriões.
E, para nossa surpresa, nós tivemos um positivo. Seis dias depois da transferência, já fizemos um teste e tivemos o positivo. E o beta sempre aumentando, graças a Deus. E, quando a gente fez o primeiro ultrassom, identificamos que tinha realmente dois saquinhos gestacionais. Então, eram gêmeos mesmo.
Hoje, nós estamos no quinto mês de gestação. Muito felizes, muito gratos, primeiramente a Deus por ter nos dado essa oportunidade de viver esse momento de uma maneira tranquila. Agradecemos também a Rafa e a Dra Amanda, a Aline, enfermeira que trabalha com a Dra Amanda. Ela foi muito gentil, muito carinhosa com a gente, atenciosa em todas as etapas. É uma equipe nota 10 a do CITI. Desde a recepção, desde a hora que você entra, até a hora que você sai. Você é muito bem tratado ali. E a gente se sentiu super à vontade, super acolhido, super à vontade.
Então, a gente só tem a agradecer a toda a equipe, a todo o processo. Agradecer sempre pelo cuidado, carinho, sigilo nas informações. Isso é muito bom. E hoje estamos esperando nossos dois meninos, que devem chegar até a metade do ano. Então, que eles venham com muita saúde. E agradecemos muito o CITI e a toda a equipe que nos apoiou em todos os momentos. Obrigada por tudo.
História contada por paciente do CITI Hinode, que autorizou a publicação em nosso site com o objetivo de incentivar outras famílias a terem resiliência, esperança e força para seguirem em frente até a realização do sonho da maternidade

