Não, não é exagero congelar óvulos antes dos 30 anos, é planejamento! Para muitas mulheres jovens, dedicadas à carreira, aos estudos, a projetos pessoais e a experiências como viagens e intercâmbios, pensar na maternidade pode não fazer sentido agora.
Do ponto de vista médico, os óvulos têm melhor qualidade até os 30 anos. Isso significa que, ao congelar nessa fase, a mulher preserva óvulos mais jovens, com maior potencial de gerar uma gravidez no futuro. O congelamento não cria uma obrigação de engravidar depois, nem é um sinal de que haverá infertilidade. Ele funciona como uma estratégia de preservação da fertilidade, oferecendo mais autonomia sobre o tempo reprodutivo.
Muitas mulheres procuram o congelamento antes dos 30 justamente porque não querem decidir tudo agora. Querem estudar, crescer profissionalmente, se estabelecer financeiramente, viver relacionamentos com mais calma — sem que o relógio biológico imponha pressa ou ansiedade. Nesse contexto, congelar óvulos é um ato de cuidado consigo mesma e com os planos de vida.
Óvulos congelados aumentam suas chances no futuro
É importante também esclarecer: congelar óvulos não garante uma gravidez futura, mas aumenta as possibilidades quando comparado a tentar engravidar pela primeira vez em idades mais avançadas. Quanto mais jovem o óvulo no momento do congelamento, melhores tendem a ser as chances no futuro.
No CITI Medicina Reprodutiva, acreditamos que informação de qualidade e decisões conscientes caminham juntas. Cada mulher tem sua história, seus desejos e seu tempo. Avaliar o congelamento de óvulos antes dos 30 não é exagero — pode ser simplesmente uma escolha madura, alinhada a quem você é hoje e a quem deseja ser amanhã.
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