Fiquei grávida três vezes através de FIV e perdi os tão sonhados filhos. Na época eu estava com 37, 38 anos. Fiquei em depressão e já não conseguia manter contato social. Os anos se passaram: 39, 40, 41, 42 anos… e nesse tempo percorri umas cinco clínicas conceituadas de FIV e em todas eu só ouvia:O tempo passou, agora não temos mais o que fazer…

Se você tivesse vindo antes, poderia ajudar… O caso de vocês é impossível, existe o fator masculino (marido teve caxumba) e o fator idade, seus óvulos envelheceram… Você pode tentar com óvulos doados…

Fiz FIVs nessas clínicas e os resultados eram: sem embriões para transferir, embriões aneuploides. 

Mesmo com todos os Nãos, eu continuava tentando, pois acreditava na promessa do Senhor que um dia me daria um filho. Eu sempre me lembrava de uma canção “Nunca pare de lutar”, de Ludmila Feber. Eu me via no mar, num barco frágil, até com apenas um remo e sempre falava para Deus: Esteja no meu barco, me dê a direção e não me deixe afundar.

Então em 2022, através da indicação de um amigo de trabalho, que tinha um caso difícil de infertilidade e conseguiu uma filha linda, cheguei na abençoada Dra Eliana Morita.

Fui numa igreja e, em fevereiro de 2022, um pastor colombiano que estava orando disse: Aqui há uma mulher que, sempre que fica grávida, ela perde os bebês e esta mulher está muito triste… Essa mulher era eu.

Fui até o pastor e ele me disse: Onde houve morte, haverá vida e você dará a luz a um filho menino.

Dra Eli fez uma primeira FIV em que tive muitos óvulos, porém os três embriões eram aneuploides. Então, na próxima tentativa, ela fez uma FIV com menos medicação, com o objetivo de ter embriões saudáveis. Nessa FIV, em termos de quantidade, tive a metade dos óvulos. No dia em que fui retirar os óvulos, já sabendo que eram menos que na outra vez, orei a Deus e disse: os anos se passaram e cada vez mais o meu sonho está distante, por favor me dê a oportunidade de ser mãe…

Então abri a Bíblia e era uma palavra que nunca havia lido:

Há ainda semente no celeiro? Nem a videira, nem a oliveira, nem a figueira tem dado os seus frutos. Mas desde esse dia vos abençoarei.” Ageu 2;19

Fiquei confiante que Deus faria o muito no pouco. Na FIV anterior tive 20 óvulos e nessa foram 10. Dos óvulos retirados, se formaram três embriões. Dra Eli perguntou: Faremos biópsia ou não dos três embriões? Então eu disse: Não, vou confiar na promessa do Senhor. E contei a ela tudo o que tinha acontecido.

No dia da transferência, a Rafa veio me entregar minha benção, com um olhar de tanto amor, como quem diz: Fiz o melhor que pude e estou torcendo muito por vocês… Nunca esquecerei esse olhar!

Em julho de 2022, com 43 anos, após tantos anos de batalha, fiquei grávida do tão sonhado filho Arthur. Com 2 meses de gestação eu fiz o exame NIPT, descobri que estava gestando o menino da promessa e que ele não tinha nenhuma doença detectada cromossomicamente.

As lágrimas desceram, pois a promessa estava no meu ventre.

Até me lembro que sempre que orava pedia a Deus um filho sorridente. Que todas as vezes que ele sorrisse fosse como o Senhor sorrindo pra mim e até isso Ele fez.

Sou muito grata eternamente a Dra Eli, Rafa e toda equipe do CITI, por tudo que fizeram por nós. Profissionais competentes, usadas por Deus para abençoar muitos casais para terem seus filhos.

O que deixo para as tentantes e futuras mamães: mesmo diante dos Nãos e das impossibilidades, continue remando no barco, mesmo sem saber a direção. Acredite sempre em Deus e peça pra Ele dar a direção e abençoar os médicos a terem sabedoria para que o sonho se realize. 

 

História contata por paciente do CITI, que autorizou a publicação em nosso site com o objetivo de incentivar outras famílias a terem resiliência, esperança e força para seguirem em frente até a realização do sonho da maternidade

Deixe um comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *

Postar Comentário