Eu e o meu marido estamos juntos há 22 anos. A gente começou a namorar adolescentes e, em grande parte desse tempo, em que a gente está juntos, a nossa preocupação era não engravidar.
Como a gente começou a namorar adolescentes, estávamos muito preocupados com as nossas carreiras profissionais, mas a gente sabia que um dia a gente ia querer ter filhos. Só que, na minha cabeça, e na dele também, a gente achava que seria fácil engravidar. Então a gente se casou em 2019 e, já que estávamos bem profissionalmente, achamos que seria uma boa hora para engravidar.
Começamos a tentar ter filhos no final de 2019 e, logo nessa primeira tentativa, eu engravidei. Só que foi uma gravidez anembrionária. Foi a nossa primeira decepção. Ficamos muito tristes, tinha sido tudo planejado e não deu certo!
Ficamos arrasados e eu tive que fazer uma pequena cirurgia porque o saco embrionário não foi expelido pelo meu corpo naturalmente. Decidimos esperar por dois anos, para que meu corpo se recuperasse e também porque eu fiquei um pouco traumatizada. Tinha muito medo de que acontecesse novamente.
Quando voltamos às tentativas, logo de cara eu engravidei de novo. Dessa vez nossa história foi ainda mais traumática, porque eu engravidei, a gente já tinha ouvido o coraçãozinho do bebê, estávamos quase na data de fazer o ultrassom morfológico e nosso bebezinho parou de se desenvolver…
A gente ficou muito mal e foi após essa segunda perda gestacional que decidimos investigar o que estava acontecendo. Até então, minha médica dizia que era normal que essas perdas acontecessem.
Eu tenho uma amiga que fazia tratamento no CITI e, conversando com ela, ela me incentivou a buscar ajuda, disse que as médicas eram muito boazinhas, que iam escutar toda a nossa história e oferecer o melhor caminho pra gente.
Então, em 2024, eu procurei o CITI e fui muito bem atendida, muito bem recebida por todo mundo, desde as meninas da recepção, o pessoal da limpeza, as meninas da enfermaria e, principalmente, as doutoras. Minha primeira consulta foi com a Dra. Eliana e, depois, com a Dra. Amanda.
As duas, sempre muito atenciosas, muito pacientes, me ouviram, ouviram toda nossa história, procuraram entender o que tinha acontecido e porque a minha outra médica tinha falado que as nossas perdas gestacionais eram coisa do acaso da vida.
E no CITI eu descobri que não, que tudo tem um motivo, um porquê. Com uma investigação detalhada, a Dra Eliana e a Dra Amanda, juntamente com a equipe, fizeram todo um trabalho com muito carinho, com muito cuidado, olhando para mim e também para o meu marido. Lá no CITI, sempre me senti muito bem, muito acolhida.
Descobrimos uma questão no meu sistema imunológico, então as perdas gestacionais, provavelmente, foram causadas pelo meu próprio sistema imunológico combatendo o que pra ele era um serzinho estranho, o meu bebê, e por isso eu tive as perdas.
A gente fez todo um tratamento que durou um tempinho até tentar a minha primeira FIV. Quando não deu certo a primeira FIV, eu fiquei bem desanimada, mas a Dra. Amanda nunca desistiu,ela sempre foi muito atenciosa e muito querida, me dando muita confiança.
Decidimos tentar de novo e, nessa segunda vez, deu tudo certo, graças a Deus. Tive uma gestação muito tranquila, acompanhando de perto com a Dra Amanda e, no dia 17 de maio, chegou o meu filho para alegrar as nossas vidas. E graças a Deus e também à Dra Amanda, com todo o carinho, todo o comprometimento dela. E também de toda equipe CITI, que sempre foi muito, muito, muito atenciosa comigo, todos eles, todos. Eu tenho uma gratidão enorme pelo CITI e sempre que puder vou contar a nossa história para incentivar que mais famílias busquem o seu sonho!
História contada por paciente do CITI, que autorizou a publicação em nosso site com o objetivo de incentivar outras famílias a terem resiliência, esperança e força para seguirem em frente até a realização do sonho da maternidade

